segunda-feira, 30 de junho de 2008

Buschão vence na Nascar!

Fazia já tempo que eu não via o Kurt Busch "ganhar"... a prova terminou com menos de 20 voltas para o final já que a chuva chegou ao circuito LENOX Industrial Tools 301.

A corrida foi boa hoje, só não entendi o porque que Tony Stewart trocou pneu sabendo que poderia vir a chuva no final e acabar com a corrida, muito menos ainda entendi o porque Kyle Busch parou já que ele seria lider quando todos os 15 a frente dele parassem... enfim, a vitória caiu no colo do Buschão e o Buschinho teve que se contentar com um toque na "bunda" do Juan Pablo Montoya, que no final se deu mal porque tocou Kyle Busch com bandeira amarela e na rodada acabou pegando de lado o carro número 42 de Montoya.

A bandeira amarela foi provocado por outro fato estranho... Dale Jr. foi parar no pits e não sinalizou nada e Jamie McMurray acabou batendo na traseira de Junior na entrada dos pits e com isso provocou toda a bagunça do final, finalizando assim a corrida:



Kurt Busch Dodge



Waltrip Toyota



J.J. Yeley Toyota



Truex Jr. Chevrolet



Sadler Dodge



Sorenson Dodge



Mears Chevrolet



Hamlin Toyota



Johnson Chevrolet

10º

B. Labonte Dodge

11º

J. Gordon Chevrolet

12º

Burton Chevrolet

13º

Stewart Toyota

14º

Harvick Chevrolet

15º

Newman Dodge

16º

Vickers Toyota

17º

Edwards Ford

18º

Kenseth Ford

19º

Reutimann Toyota

20º

Nemechek Chevrolet

21º

Biffle Ford

22º

Almirola Chevrolet

23º

D. Earnhardt Jr. Chevrolet

24º

Kyle Busch Toyota

25º

Montoya Dodge

26º

Bowyer Chevrolet

27º

R. Gordon Dodge

28º

Smith * Chevrolet

29º

Gilliland Ford

30º

Menard Chevrolet

31º

Kahne Dodge

32º

Carpentier * Dodge

33º

Blaney Toyota

34º

Riggs Chevrolet

35º

Labonte Dodge

36º

Kvapil Ford

37º

J. Sauter Chevrolet

38º

D. Franchitti * Dodge

39º

S. Hornish Jr. * Dodge

40º

D. Ragan Ford

41º

J. McMurray Ford

42º

M. McDowell * Toyota

43º

A.J. Allmendinger Toyota

DTM: Jamie Green supera Bruno Spengler e vence em Norisring

O piloto Jamie Green conseguiu resistir bravamente a pressão imposta pelo segundo colocado Bruno Spengler e conquistou sua segunda vitória na temporada, no circuito de Norisring, válida pela quinta etapa do DTM (Campeonato Alemão de Carros de Turismo).

O britânico tomou a ponta logo no início da prova e depois ficou toda a corrida tentando fugir da aproximação de Spengler, que havia largado na pole position. O líder do campeonato Timo Scheider fechou o pódio na terceira colocação.

O atual campeão Mattias Ekstrom terminou a prova na quarta colocação. O dinamarquês Tom Kristensen, vencedor das 24 horas de Le Mans em 2008, concluiu a disputa na 8ª posição. Já o ex-piloto de F-1, Ralf Schumacher, irmão do heptacampeão mundial Michael Schumacher, não fez uma boa prova e acabou em 17º.

Com os resultados de hoje, Timo Schider continua na liderança do campeonato com 32 pontos, mas a diferença para o vice-líder Jamie Green agora é de apenas 1 ponto. O escocês Paul di Resta vem em terceiro com 26 pontos. Já o sueco Mattias Ekstron é o quarto com 25. Na quinta posição aparece o canadense Bruno Spengler com 22.

Confira os dez melhores na etapa de Norisring:

1. Jamie Green (Mercedes) 1h01min27s700
2. Bruno Spengler (Mercedes) + 0s467
3. Timo Scheider (Audi) + 2s191
4. Mattias Ekstrom (Audi) + 2s536
5. Gary Paffett (Mercedes) + 14s402
6. Paul Di Resta (Mercedes) + 18s026
7. Bernd Schneider (Mercedes) + 19s577
8. Tom Kristensen (Audi) + 23s040
9. Mathias Lauda (Mercedes) + 32s168
10. Maro Engel (Mercedes) + 33s578

Fonte: Amigos da Velocidade

F-3 Inglesa: Hartley domina em Thruxton e vence as duas etapas

O neozelandês Brendon Hartley venceu hoje as duas etapas válidas pela rodada dupla de Thruxton, da F-3 Inglesa. Na 11ªetapa, o espanhol Jaime Alguersuari, que havia largado na pole, enfrentou problemas e abandonou. O sueco Marcus Ericsson foi o segundo colocado, seguido pelo inglês Oliver Turvey que completou o pódio.

Já na 12ª etapa, Hartley mostrou novamente o domínio e não tomou conhecimento de seus concorrentes conquistando a segunda vitória do dia. Oliver Turvey manteve o bom rendimento do carro e chegou em segundo. O espanhol Jaime Alguersuari se recuperou do acidente na prova anterior e fechou o pódio em terceiro.

Veja o resultado final da 11ª etapa disputada em Thruxton:

1. Brendon Hartley (Carlin) 27min09s455
2. Marcus Ericsson (Fortec) + 2s296
3. Oliver Turvey (Carlin) + 6s587
4. Sam Abay (Carlin) + 8s202
5. Sebastian Hohenthal (Fortec) +13s799

Na 12ª etapa o resultado foi:

1. Brendon Hartley (Carlin) 29min29s816
2. Oliver Turvey (Carlin) + 0s430
3. Jaime Alguersuari (Carlin) + 2s615
4. Sergio Perez (T-Sport) + 4s253
5. Michael Devaney (Ultimate) + 4s724

Fonte: Amigos da Velocidade

domingo, 29 de junho de 2008

Nelsinho Piquet precisou de menos provas que o pai para somar pontos!

Nelsinho Piquet, titular da equipe Renault na F-1, estreou nesta temporada na categoria e conseguiu marcar seus primeiros dois pontos no último final de semana, em sua 8ª prova, quando completou o GP da França (disputado na pista de Magny-Cours) na 7ª posição.

A curiosidade é que Nelsinho precisou de menos provas na F-1 para somar pontos do que seu pai, o tricampeão mundial Nelson Piquet. O pai levou 17 corridas para ter o gostinho de sair do zero na classificação. Piquet marcou pontos no GP da Holanda de 1979.

Mas, vale uma observação: o sistema de pontuação mudou em 2003 - quando os oito primeiros começaram a ser premiados. Fosse assim em 1979, Nelson Piquet teria pontuado na 8ª prova (África do Sul). E se o sistema não tivesse mudado, Nelsinho ainda estaria sem pontos.

Nelsão

O tricampeão Nelson Piquet defendia a equipe Brabham quando marcou seus primeiros pontos. Ao longo de sua carreira, Nelson disputou 204 Grandes Prêmios e conseguiu marcar pontos em 100 dessas provas. Com o novo sistema de pontuação seriam 113.

Além dos três títulos mundiais, Piquet obteve 23 vitórias, 60 pódios, 24 pole positions, 23 voltas mais rápidas e 485,5 pontos somados. Nelson esteve na zona de pontuação, inclusive, em sua última corrida na F-1: o GP da Austrália de 1991.

Brasileiros

Dentre os outros dois pilotos brasileiros em atividade, Felipe Massa precisou de apenas duas corridas para marcar pontos. Massa foi o sexto colocado no GP da Malásia de 2002. Rubens Barrichello precisou de 15 etapas e saiu do zero no GP do Japão de 1993.

Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi também precisaram de apenas duas provas para somar pontos. Senna conseguiu na África do Sul em 1984. E Emerson na Alemanha em 1970. O detalhe é que Fittipaldi, no sistema atual, já teria conseguido em sua primeira prova.

Fonte: Amigos da Velocidade

Kanaan vence a primeira na Indy 2008

Pole-position e volta mais rápida da corrida, Tony Kanaan faturou a primeira vitória na Fórmula Indy 2008 ao triunfar no GP de Richmond, disputado neste sábado, na nona etapa da competição. O piloto da Andretti Green conseguiu se livrar de todos os problemas da conturbada prova, que teve nove bandeiras amarelas e 14 abandonos, e venceu a primeira do ano, a 13ª vitória em seu currículo na categoria.

Kanaan liderou 166 das 300 voltas e se redimiu em grande estilo do acidente no GP de Iowa na semana passada. Com ainda oito provas pela frente, a sua 90ª corrida na categoria foi fundamental para Kanaan brigar pelo bicampeonato do certame.

"Estou extremamente feliz. Richmond é uma prova que desgasta muito fisicamente, além das diversas emoções que tivemos no tráfego. Mas hoje superamos tudo isso muito bem. Com certeza, após o que aconteceu em Iowa, a vitória veio na hora certa, e será importante para o campeonato. Quero dedicá-la ao meu filho Leonardo, que está em Miami, e também ao amigo Robert Clark", disse Kanaan.

"A minha equipe, desde os meus companheiros, ao meu pessoal nos boxes, fez um trabalho fantástico nesse final de semana. Estou muito feliz e abrimos a porteira, espero que venham muito mais vitórias", brincou o baiano, 33 anos.

Na corrida, Kanaan só perdeu a liderança em dois momentos, para o também brasileiro Jaime Câmara e para o norte-americano Marco Andretti, ambos com estratégia diferente de reabastecimento e troca de pneus. Após o último pit-stop na volta 220, e a relargada quando já apontava 230 voltas completadas, a corrida não teve mais interrupções causadas por acidentes e o baiano dominou.

O piloto do carro número 11 chegou a abrir quase 6s em relação ao compatriota Hélio Castroneves, segundo colocado na prova, mesmo sendo um oval com menos de uma milha (0.745). No final, Kanaan administrou a diferença e cruzou a linha de chegada com 4s7 de vantagem. Scott Dixon, da Ganassi, líder do campeonato, chegou na 3ª colocação ao ultrapassar seu companheiro de equipe, Dan Wheldon, nos metros finais.

Agora, após nove etapas realizadas, Kanaan somou 53 pontos, a pontuação máxima de uma etapa, e foi a 269 pontos. O brasileiro diminuiu de 100 para 82 pontos a defasagem em relação a Dixon. Catroneves segue na 2ª colocação com 308, seguido por Wheldon com 299 pontos. A próxima corrida será no circuito misto de Watkins Glen, no próximo domingo, a terceira corrida da maratona de seis provas consecutivas no verão norte-americano.

Confira o final do GP de Richmond:

1. Tony Kanaan (BRA/Andretti-Green), 300 voltas
2. Hélio Castro Neves (BRA/Penske), a 4s7691
3. Scott Dixon (NZL/Ganassi), a 6s6504
4. Dan Wheldon (ING/Ganassi), a 7s7270
5. Oriol Servia (ESP/KV), a 10s7701
6. Danica Patrick (EUA/Andretti-Green), a 10s9198
7. Justin Wilson (ING/Newman-Haas-Lanigan), a 16s3094
8. Townsend Bell (EUA/Dreyer & Reinbold), a 17s5175
9. Marco Andretti (EUA/Andretti-Green), a 1 volta
10. Ernesto Viso (VEM/HVM), a 2 voltas
11. Ed Carpenter (EUA/Vision), a 62 voltas

Não completaram:

Darren Manning (ING/Foyt), a 65 voltas
Hideki Mutoh (JAP/Andretti-Green), a 80 voltas
Jaime Câmara (BRA/Conquest), a 83 voltas
Ryan Briscoe (AUS/Penske), a 142 voltas
Ryan Hunter-Reay (EUA/Rahal-Letterman), a 157 voltas
Mário Moraes (BRA/Dale Coyne), a 157 voltas
Graham Rahal (EUA/Newman-Haas-Lanigan), a 169 voltas
Marty Roth (CAN/Roth), a 183 voltas
Vitor Meira (BRA/Panther), a 209 voltas
John Andretti (EUA/Roth), a 209 voltas
Buddy Rice (EUA/Dreyer & Reinbold), a 220 voltas
Bruno Junqueira (BRA/Dale Coyne), a 222 voltas
AJ Foyt IV (EUA/Vision), a 271 voltas
Will Power (AUS/KV), a 292 voltas
Enrique Bernoldi (BRA/Conquest), a 294 voltas

Fonte: Terra

Indianápolis quer volta do GP dos EUA de Fórmula 1

O circuito de Indianápolis ainda não desistiu de receber a Fórmula 1 em um futuro próximo, quem sabe até mesmo já em 2009. O calendário provisório divulgado ontem, porém, não reservou uma data para a pista norte-americana, que não receberá a categoria este ano pela primeira vez desde 2000.

"Acho que há uma casa para a Fórmula 1 nos EUA, mas temos que encontrar o parceiro ideal para promover isso. Esse é um componente vital. A porta permanece aberta para o futuro. Continua havendo um diálogo", afirmou o presidente do complexo, Joie Chitwood.

Depois de perder a Fórmula 1, o circuito de Indianápolis promoverá pela primeira vez em 2008 uma corrida da MotoGP, no dia 14 de setembro.

Fonte: Terra

sábado, 28 de junho de 2008

"Gordinho" Stewart vence na Nationwide Series

Hoje Tony Stewart conseguiu seu 5º caneco esse ano, falar sobre a corrida...na verdade não tem muito o que dizer já que a corrida foi meio morna.

O interessante pelo menos pra gente aqui foi que mandamos um e-mail para o Sergio e o Figueroa e eles leram no Canal Speed! Meio que foi uma surpresa pra gente lá curtindo um belo queijo parmesão na sala.

Joey Logano hoje não correu e então o numero 20 foi Tony Stewart que acabou vencendo ficando com Hamlin em 2º e Kyle Busch "Wrecks" atrás em 3º colocado.

1. Tony Stewart
2. Denny Hamlin
3. Kyle Busch
4. Kevin Harvick
5. Carl Edwards
6. David Ragan
7. David Reutimann
8. Mike Bliss
9. Clint Bowyer
10. Brad Keselowski

Para quem gosta de Nascar e o do Canal Speed

Para quem não sabe os dois "narradores" do Canal Speed ainda eles vão se matar durante as corridas da Nascar... E Sergio Lago na última pensou Kyle Busch não iria ganhar, talvez porque fosse circuito misto... mas ele acabou fazendo uma "aposta" e perdeu ... Olhe a matéria postada no blog do próprio Sergio Lago.

Para quem não sabe, fiz uma promessa durante a corrida da Nationwide Series em Milwaukee na semana passado e agora... vou ter que pagar.

O Figueroa disse que apostava na vitória do Kyle Busch em Infineon e eu garanti que isto jamais aconteceria, inclusive me dispondo a cumprir uma pena no ar se fosse o caso. Não vou inventar desculpas... Acredito que as estrelas se alinharam para o Buschinho, mas a verdade é que ele foi um dos melhores na pista e mereceu a vitória.

Abaixo estou copiando algumas das sugestões dadas para a minha punição... deixarei a escolha final para meu amigo fariseu, afinal ele deve ser especialista em lei marcial.

O Sérgio Lago deveria por uma foto dele com a Camisa do Kyle Bush, No. 18, no site do Speed e tirar somente no dia em que o Piloto Maravilha 24 ganhar alguma corrida, ou seja, o piloto alternativo que vai salvá-lo desta.

Sub Tenente Robson

Acho que o melhor castigo para o Sergio Lago Zidane é fazer reverências ao Tony ao vivo para o mundo todo.

Alex Rabechi

O Sergio deverá ficar uma corrida da Sprint Cup inteira sem falar o nome do 24 só poderá chamá-lo pelo nome!

Bruno Abdala

Ele deverá dizer em público e ao vivo: O Tony Stewart atualmente é o melhor piloto da NASCAR.

Sargento William do Butantan

O castigo para o Sérgio Lago e sua língua....Cantar no ar.....I Will Survive de Gloria Gaynor.

Luiz Gustavo Jabour

Ele deveria cantar, ao vivo, durante a prova de New Hampshire, "I Will Survive" ou " It´s Raining Man", mas a audiência iria toda para a concorrente......rs.... Sugiro então que ele passe a chamar o Figueroa de "Professor Doutor em Automobilismo Roberto Figueroa", toda vez que tiver que chamar o Figueroa.

Igustavo


Sergio Lago Zidane foi a melhor!!


Link para o blog do Sergio Lago

Rossi cai e Stoner vence na Holanda

Após dominar os treinos no circuito de Assen, o australiano Casey Stoner contou com uma queda do italiano Valentino Rossi logo no início da prova e faturou o GP da Holanda. Rossi terminou a prova em 11º e acabou perdendo a liderança para Dani Pedrosa, o segundo na corrida deste sábado.

Favorito para a prova disputada no circuito de Assen depois de liderar treinos livres e obter a primeira posição de largada, Stoner manteve o nível que já havia apresentado no último fim de semana, quando faturou a corrida na Inglaterra.

Neste sábado, a vitória do australiano só esteve ameaçada na saída, quando Dani Pedrosa, que largou em terceiro, impôs ritmo forte e tomou provisoriamente a ponta. Porém, a felicidade do espanhol duraria pouco, pois apenas um giro depois o piloto da Ducati já estava de novo em primeiro.

Enquanto isso, Stoner olhava para o retrovisor e via ainda mais motivos para comemorar. Precipitado após perder algumas posições na largada, Rossi, que havia saído em segundo, exagerou na dose com os pneus frios e perdeu o controle de sua moto, escapando pela direita da pista e levando junto com ele Randy de Puniet.

O italiano não abandonou a corrida, ao contrário do prejudicado francês, e ainda fez uma boa corrida de recuperação. Após cair para a 14ª posição, ele ultrapassou Marco Melandri e Toni Eliás mesmo com o equipamento avariado, atingindo um 11º lugar após contar com o acidente de Anthony West.

Na ponta, Stoner logo abriu vantagem a Pedrosa, enquanto este também não teve dificuldades para confirmar a segunda posição - foi pressionado pelo companheiro de equipe Nicky Hayden na quarta volta, mas o norte-americano não conseguiu manter o ritmo.

Nesse contexto, o fim de semana foi todo do australiano. Com duas vitórias seguidas após viver um conturbado momento na temporada 2008, ele agora ostenta 142 pontos na classificação geral, agora com desvantagem de 25 pontos para Rossi, que caiu para a vice-liderança. Isso acontece porque a ponta do Mundial de Pilotos passou às mãos de Pedrosa, que chegou aos 171 pontos, abrindo quatro sobre o italiano.

Mais atrás, grande destaque para Colin Edwards. O norte-americano havia largado no sexto posto e cumpria corrida modesta até a nona volta, quando tomou a sétima posição de Jorge Lorenzo. Daí para frente, o nível do norte-americano só viria a subir - sua Yamaha Tech 3 foi passando pelos rivais, por Andrea Dovizioso e Shinya Nakano até chegar ao terceiro posto com um problema de Hayden, que caiu para quarto na última volta.

Confira o resultado do Grande Prêmio da Holanda:

1. Casey Stoner (AUS/Ducati) - 42min12s337
2. Dani Pedrosa (ESP/Repsol Honda) - a 11s310
3. Colin Edwards (EUA/Yamaha Tech 3) - a 17s125
4. Nicky Hayden (EUA/Repsol Honda) - a 20s477
5. Andrea Dovizioso (ITA/JiR TEam Scot) - a 27s346
6. Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha) - a 28s608
7. Chris Vermeulen (AUS/Suzuki) - a 32s330
8. Shinya Nakano (JAP/Honda Gresini) - a 34s892
9. James Toseland (GBR/Yamaha Tech 3) - a 38s566
10. Sylvain Guintoli (FRA/Ducati D'Antin) - a 38s817
11. Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha) - a 46s025
12. Toni Elias (ESP/Ducati D¿Antin) - a 48s123
13. Marco Melandri (ITA/Ducati) - a 59s594

Fonte: Terra

F-Truck: Testes empolgam Cirino para etapa de São Paulo

Com duas vitórias no Autódromo de Interlagos em 2002 e 2003, o paranaense Wellington Cirino, chega a São Paulo empolgado para a quinta etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, que acontece na capital paulista no dia 6 de julho. O motivo da autoconfiança são os testes realizados em Fortaleza, após a prova cearense.

Segundo Cirino, os testes superaram as expectativas da equipe e com isso ele marcou tempos que lhe colocariam na primeira fila do grid de largada.

"Os testes foram excelentes. Gostei do novo chassi e ele nos oferece opções a ser exploradas. Temos que trabalhar mais nos acertos, mas me senti mais a vontade na pilotagem. O novo caminhão mostrou melhor dirigibilidade em relação ao anterior," informa Cirino.

O piloto também argumenta que o novo Mercedes-Benz Axor 2044 vai lhe dar vitórias ainda nesta temporada e a equipe trabalhou muitos nos últimos dias visando dar mais durabilidade ao equipamento.

"Venho de quebras nas etapas de Goiânia e Fortaleza e em São Paulo darei início a recuperação no campeonato. Nosso objetivo será estar no pódio e marcar o maior número de pontos possíveis," acentua Cirino.

Além de ter vencido duas vezes em Interlagos, Cirino também é o dono do recorde da pista, com o tempo de 2m03s11. "Interlagos tem um circuito empolgante e temos que tirar proveito da força do motor eletrônico da Mercedes-Benz", finaliza Cirino.

Fonte: Amigos da Velocidade

Kanaan crava a pole em Richmond

O piloto Tony Kanaan (Andretti Green) conquistou a pole position da nona etapa da F-Indy, que acontece hoje no circuito de Richmond. O brasileiro marcou 16s0055 em um dos quatro giros classificatórios e acabou concluindo o treino em primeiro . Na prova do estado americano da Virgínia, o baiano completa 90 corridas na categoria desde a sua estréia em 2003.

O companheiro de equipe de Kanaan, Marco Andretti divide a primeira fila com o baiano. O neozelandês Scott Dixon (Ganassi), atual líder do campeonato, alinha na quarta posição ao lado de Graham Rahal (Newman/Haas/Lanigan) que é o terceiro.

O brasileiro Bruno Junqueira (Dale Coyne) marcou o nono melhor tempo e sai pela primeira vez na temporada entre os dez melhores da classificação, na quinta fila. Já Vitor Meira divide com o vice-líder do campeonato Hélio Castroneves a nona fila, os pilotos da Panther e Penske partem da 17ª e 18ª colocação respectivamente.
Mário Moraes companheiro de equipe de Bruno Junqueira não conseguiu um bom resultado e larga da 20ª posição. Já a equipe Conquest enfrentou problemas técnicos e seus dois pilotos saem do fim do grid, com Jaime Câmara na 24ª colocação e Enrique Bernoldi em 26º, último colocado sem tempo marcado.

A etapa de Richmond, nona da temporada da F-Indy, tem transmissão ao vivo pela PalyTV e Bandsports a partir das 21 horas com narração de Téo José e comentários de Willy Hermann.

Veja agora como ficou o grid de largada em Richmond:

1. Tony Kanaan (Andretti Green) - 1min04s3333
2. Marco Andretti (Andretti Green) - 1min04s3642
3. Graham Rahal (Newman/Haas/Lanigan) - 1min04s5740
4. Scott Dixon (Ganassi) - 1min04s6242
5. Buddy Rice (Dreyer & Reinbold) - 1min04s7467
6. Dan Wheldon (Ganassi) - 1min04s7606
7. Hideki Mutoh (Andretti Green) - 1min04s8580
8. A.J. Foyt IV (Vision) - 1min05s0110
9. Bruno Junqueira (Dale Coyne) - 1min05s0477
10. Oriol Servia (KV Racing) - 1min05s1330
11. Ryan Briscoe (Penske) - 1min05s2005
12. John Andretti (Roth Racing) - 1min05s3456
13. Ed Carpenter (Vision) - 1min05s4694
14. Danica Patrick (Andretti Green) - 1min05s6951
15. Marty Roth (Roth Racing) - 1min05s7232
16. Will Power (KV Racing) - 1min05s7251
17. Vitor Meira (Panther) - 1min05s9144
18. Hélio Castroneves (Penske) - 1min06s1144
19. Ernesto Viso (HVM Racing) - 1min06s1887
20. Mario Moraes (Dale Coyne) - 1min06s4344
21. Townsend Bell (Dreyer&Reinbold) - 1min06s4546
22. Darren Manning (A.J. Foyt) - 1min07s2411
23. Justin Wilson (Newman/Haas/Lanigan) - 1min07s6470
24. Jaime Câmara (Conquest) - 1min07s9791
25. Ryan Hunter-Reay (Rahal Letterman) - sem tempo
26. Enrique Bernoldi (Conquest) - sem tempo

Fonte: Amigos da Velocidade

DTM: Bruno Spengler alinha na pole em Norisring

O piloto Bruno Spengler conseguiu o melhor tempo no treino classificatório para a quinta etapa de Norisring, do DTM (Campeonato Alemão de Turismo). O canadense, que ainda não venceu nenhuma corrida nesta temporada, está atualmente na sexta colocação.

O britânico Jamie Green divide a primeira fila com Spengler e sai em segundo. Já o vice-líder do campeonato , Paul Di Resta alinha na terceira posição.

O líder do certame Timo Scheider foi o melhor piloto da Audi e larga em quarto. Martin Tomczyk e o vencedor das 24 horas de Le Mans, o dinamarquês Tom Kristensen dividem a terceira fila com seus Audis. Já Bernd Schneider sairá em sétimo lugar ao lado do atual campeão Mattias Ekstrom.

O ex-piloto de F-1, Ralf Schumacher, irmão do heptacampeão Michael Schumacher larga da 11ª posição.

Confira como ficou o grid de largada para a etapa de Norisring:

1. Bruno Spengler - Mercedes, 47s785
2. Jamie Green - Mercedes, 47s963
3. Paul di Resta - Mercedes, 47s969
4. Timo Scheider - Audi, 48s028
5. Martin Tomczyk - Audi, 48s041
6. Tom Kristensen - Audi, 48s136
7. Bernd Schneider - Mercedes, 48s168
8. Mattias Ekstrom - Audi, 48s187
9. Gary Paffett - Mercedes, 48s295
10. Alexandre Premat - Audi, 48s375
11. Ralf Schumacher - Mercedes, 48s417

Fonte: Amigos da Velocidade

Os recordes do Rally dos Sertões 2008


A 16ª edição do Rally dos Sertões cruzou seis Estados do país nos dez dias de prova, que aconteceram entre 18 e 27 de junho. Largando de Goiânia, em Goiás, os pilotos passaram por Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará e terminaram a prova na capital do Rio Grande do Norte.

Foram 4.474 quilômetros cortando o país do centro ao nordeste e a prova de 2008 já começou quebrando recordes antes mesmo de começar, com seu percurso especial, o maior de toda a história. Foram 2.708 quilômetros de trecho cronometrado, o que significa 60.52% do total. Em 2007, 51.73% do percurso foi de especiais.

Outro número do Rally dos Sertões 2008 entrou para a história nesta edição: o trecho total de uma etapa. No sexto dia de prova, segunda-feira (23/6), os pilotos encararam 682 quilômetros, sendo 146 de deslocamento e 536 quilômetros de especial. De Palmas (TO) a Balsas (MA), os competidores tiveram esse longo e exaustivo percurso, participando não só de um, como de dois recordes do rali.

Além de ter sido a maior etapa da história, entre Tocantins e Maranhão deu-se o maior trecho cronometrado do Sertões. Os 536 quilômetros da sexta especial ultrapassaram os limites da maior já feita até então: 500 quilômetros no Jalapão (TO), na edição do ano 2000, quando a organização homenageou os 500 anos do Brasil na quilometragem do trecho que castigou muitos pilotos.

Outro recorde? O número de estrangeiros na prova. Esse ano foram 36 competidores dos 14 países: África do Sul, Alemanha, Estados Unidos, Argentina, Portugal, Espanha, Rússia, Austrália, Bélgica, Itália, Chile, Polônia, França e Colômbia.

A entrada dos pilotos estrangeiros nas categorias carros e motos deu-se por motivos como o cancelamento do Paris-Dakar, maior prova off-road do mundo, e do Por Las Pampas, que seria válido como etapa do mundial e que se juntou ao Sertões, fazendo com que a prova brasileira seja então a representante no calendário da FIA para os carros.

Os Campeões - Algumas surpresas aconteceram durante todas as etapas do Rally dos Sertões, e quem venceu nas motos foi José Hélio, desbancando o francês Cyril Despres. Robert Naji Nahas ficou com o bicampeonato nos quadriciclos.

Já nos carros, a dupla Giniel de Villiers/ Dirk Von Zitzewitz, da equipe oficial da montadora alemã Volkswagen, garantiu o título na primeira corrida que fizeram no Brasil, e Edu Piano/ Solon Mendes/ Davi Fonseca ficaram com o caneco nos caminhões.

Fonte : Site Oficial do Rally

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Décimo dia: Rally dos Sertões chega a Natal


Natal, capital do Rio Grande do Norte, será a cidade que receberá a chegada do 16º rally dos Sertões, na sexta-feira, dia 27 de junho. Fundada em 25 de dezembro de 1599, daí seu nome, a cidade é o mais populoso dos municípios potiguares, com cerca de 774.230 habitantes em seus 170 km² de terra.

Considerada uma das 15 cidades menos violentas do país, Natal é a capital mais segura do Brasil, de acordo com o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e em 1942 foi considerada pelo Departamento de Guerra dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial, um dos quatro pontos mais estratégicos do mundo, graças à localização na “esquina do Brasil”.


A cidade tem o apelido de Cidade do Sol já que tem até 300 dias de sol por ano, e a sua proximidade com a Linha do Equador faz com que algumas vezes haja 15 horas de sol seguidas, ou seja, dias longos. O clima é o tropical úmido, com temperaturas altas, com média de 28ºC. Porém, segundo meteorologistas, é a cidade com o clima mais agradável para se viver, já que a temperatura mais baixa registrada foi em 1973, em 17,2ºC, e a mais alta em 1989, 34,6ºC.

Fonte: Site Official do Rally Dos Sertões

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Rally dos Sertões chega a 9ª etapa

Se ontem a sensação das dobradinhas dos Touaregs da equipe Volkswagen não foi realizada, hoje a complicação foi maior ainda. Mark Miller/ Ralph Pichtford quebraram logo no primeiro trecho de deslocamento e acabaram largando na décima terceira colocação. A missão dos brasileiros hoje acabou não sendo chegar mais próximos uns dos outros, e sim não deixar a Touareg número 303 passar por eles na especial.

O piloto Varnderlei Cassol/ Rodrigo Mello confirmam que a sensação do dia foi deixar o carro da Volks para trás mesmo. “Ele veio acelerando muito, e no rádio só se ouvia ‘ele ta passando’ ou ‘abre que ele vem vindo’. Parecia que a gente é que estava parado”, disse, com bom humor, o piloto da dupla, que não tinha mais como segurar o Touareg.

Já Marcos Cassol/ Lélio Vieira deram trabalho para o piloto Mark Miller. Mas confessam que não os seguraram por muito tempo. “Hoje era uma brincadeira, o rali está praticamente definido, todos nós aceleramos fundo para tentar chegar na frente. Podem falar, brasileiro não tem carro, mas raça tem”, disse Marcos.

Apesar dos problemas antes da largada, que o fizeram largar atrás, Mark Miller afirmou ter gostado da prova. O piloto fez o melhor tempo das especiais, com 1h49min06. A expectativa do piloto é se divertir durante a prova de amanhã e na festa após a corrida também. “Estamos em segundo e esperamos continuar bem e que seja uma prova boa. Quero mais me divertir. Não sou mais novo, quero descansar depois do rali, aí curtiremos a festa, tomaremos caipirinha, tequilas...”, contou o piloto.

Villiers está confiante na vitória da categoria, mas cauteloso com as atitudes. “A prova está aberta, preciso ter certeza que tudo estará certo no carro, mas acredito que conseguirei manter a vantagem”, disse. Para a dupla Jean Azevedo/ Youssef Haddad, que completaram a especial com o terceiro melhor tempo (1h52min06), a especial de hoje foi prazerosa. “Não tivemos problemas, os dias que quebrava alguma coisa sempre nos atrapalhava um pouco e hoje foi tranqüilo”, afirmou o piloto.

No resultado acumulado dos tempos até a nona etapa, Reinaldo Varela e Marcos Macedo se mantêm como os melhores brasileiros da prova. A principal etapa para o piloto foi entre Palmas (TO) e Balsas (MA), com a maior especial da história do Sertões. Para estratégia, Reinaldo não esconde: “a estratégia é arrumar tudo antes para corrida e não deixar nada para fazer durante. O trabalho de equipe deu muito certo e é o que conta de verdade”.

Classificação acumulada dos carros

1) Giniel de Villiers/ Dirk von Zitzewitz – 27h57min11
2) Mark Miller/ Ralph Pitchford – 28h06min41 (9min30 do líder)
3) Reinaldo Varela/ Marcos Macedo – 30h37min46 (2h40min35)
4) João Franciosi/ Rafael Capoani – 31h19min22 (3h22min11)
5) Marlon Koerich/ Bruno Mega – 32h15min56 (4h18min45)

Quem leva a melhor nas motos do Rally dos Sertões, Zé Hélio ou Cyril Despres?

Amanhã é o último dia de Rally dos Sertões e uma das disputas mais emocionantes acontece na categoria Motos, entre o brasileiro Zé Hélio, vencedor do ano passado, e o francês Cyril Despres, que já ganhou o Rally Dakar. A diferença entre eles é de apenas 1min50. “Acho que está de igual para igual, a luta é justa e vamos lá batalhar”, disse o brasileiro.

Para Despres, a luta é outra: “a competição, em primeiro lugar, não é contra o Zé Hélio, e sim, contra mim mesmo”. E Zé Hélio confirma o discurso do francês: “a responsabilidade de ganhar é dele. O título já é meu, do ano passado, e a responsabilidade de tirar esse título é dele.”

Em 2007, Zé Hélio chegou com mais folga para garantir o título mas, esse ano, ele vive uma das maiores expectativas de sua vida. “Estou preparado, bem tranqüilo. Amanhã largo atrás dele e vou para cima para manter minha diferença, tentar ganhar a prova e chegar em Natal (RN) para levantar meu caneco”, afirma Zé.

KTM x Honda - Porém a moto de Cyril - uma KTM 690 Rallye - é mais preparada para areia do que a de Zé Hélio e essa será a característica principal da última etapa. “Não farei mudanças na moto, apenas revisões normais e reparos na suspensão para encarar as dunas”, comentou o francês. Para o brasileiro, que corre com uma Honda CRF450x, a potência da moto de Despres pode ser uma vantagem para ele.

“Acho que ele vai querer andar rápido demais, enquanto eu vou contornar para manter minha diferença”, disse Zé Hélio.

Sobre a estratégia de amanhã, Despres a esconde da própria sombra, e também de outras pessoas próximas. “Minha estratégia eu não falo nem para minha mãe, é só comigo mesmo”, afirmou o francês.

Já Zé Hélio, terá uma tranqüila noite de sono. “Vou dormir feliz, tranqüilo. Vou para cima e defender o título com unhas e dentes”, afirmou o brasileiro. Despres não o deixará assim tão sossegado, “Vou tentar fazer o melhor amanhã. Para mim é ótimo essa disputa, deixar para o último dia do rali. Primeiro vou terminar, só depois irei comemorar”, conclui.

Edú Piano se poupa e Amable ganha hoje


O piloto Edú Piano disputou o nono dia do Rally dos Sertões com o regulamento debaixo do braço. Líder absoluto na categoria caminhões, ele não se arriscou nos 119 quilômetros cronometrados entre Crateús (CE) e Mossoró (RN). Ainda assim, ficou com o segundo tempo da quinta-feira.

A vitória foi de Amable Barrasa, bicampeão do rali, que registrou o tempo de 2h24min08. Edú surgiu 5min18 atrás, seguido por Christian Bach em terceiro (a 28min30) e Ulysses Marinzeck em quarto (a 29min16). Já André Azevedo e Ricardo Rasc não tiveram a mesma sorte, ficaram pelo caminho e forfetaram.

“A etapa de hoje foi mais tranqüila”, avaliou Edú Piano, que levará vantagem superior a 1h30 em relação ao segundo colocado para o último dia do Sertões, amanhã. Edú não teve medo em admitir a prudência adotada hoje. “No meio do percurso, encontramos um carro atolado na travessia do riacho e preferimos não arriscar.”

A demora para a chegada do apoio do carro causou a perda do tempo. “Com isso, o Amable nos alcançou e fez o menor tempo hoje. Mesmo assim, continuamos administrando nossa vantagem para a etapa final”, reconhece o grande candidato ao título.

No geral - A nova classificação do rali tem Edú com o tempo total de 29h32min24, com 1h38min41 de frente para Amable. Este, por sinal, assumiu a vice-liderança nesta tarde, por causa do problema de André, que sofreu com a quebra da turbina do motor de seu caminhão. Ainda assim, André é o terceiro no geral (a 2h44min29) do líder.

Resultados do 9º dia nos caminhões
1) Amable Barrasa/ José Neto/ Raphael Bettoni – 2h24min08
2) Edú Piano/ Solon Mendes/ Davi Fonseca – a 5min18
3) Christian Bach/ André Casagrande – a 28min30
4) Ulysses Marinzeck, José de Carvalho – a 29min16

Classificação geral após nove etapas
1) Edú Piano/ Solon Mendes/ Davi Fonseca – 29h32min24
2) Amable Barrasa/ José Neto/ Raphael Bettoni – a 1h38min41
3) André Azevedo/ Maykel Justo/ Ronaldo Pinto – a 2h44min29
4) Ulysses Marinzeck, José de Carvalho e Evandro Bautz – a 5h18min03
5) Christian Bach/ André Casagrande/ Luciano Andreoti – a 6h01min34

Rally Dos Sertões: 8º Dia

A oitava etapa do Rally dos Sertões, entre as cidades de Floriano (PI) e Crateús (CE), foi considerada de difícil navegação para grande parte dos competidores. A especial contou com trechos de trial, com pedras, mas de muita velocidade. Edu Piano/ Solon Mendes/ Davi Fonseca, da Ford Racing Trucks, venceram a etapa de hoje com o tempo de 3h58min25 e seguem na liderança da categoria T1 e no geral.

Para o piloto, a especial de hoje foi a mais dura e cansativa. “O trecho de alta velocidade foi muito gostoso de andar, e acabou sendo uma especial gostosa e ainda terminamos bem”, declarou Piano, que largou atrás do caminhão de André Azevedo, da Petrobras Lubrax. O piloto revela que está diminuindo o ritmo a cada etapa do Rally dos Sertões, para administrar bem o seu resultado.

Largando na frente do líder geral da prova, André Azevedo/ Maykel Justo/ Ronaldo Pinto poderiam pensar em administrar o resultado e vencer novamente a etapa do rali. Mas os imprevistos aconteceram com os pilotos durante a especial. “Tivemos um problema e o motor entrou no modo eletrônico. Um galho entrou na boca de ar, além do furo do pneu dianteiro do lado esquerdo, pois passamos em uma cerca e furou o pneu do lado esquerdo. Estávamos trocando o pneu quando o caminhão do Piano passou por nós”, contou Azevedo.

Amable Barrasa, que corre junto com José Neto/ Raphael Bettoni, acredita que não terá mais problemas com o caminhão para as próximas etapas. “O dia foi bastante duro, especial com muita pedra, bastante trial. No final, ainda tinham 20 quilômetros de reta e os últimos 10 quilômetros foram bastante arenoso e sinuoso. Sobre o caminhão, acho que o que deveria acontecer, já aconteceu, vamos devagarinho para recuperar o prejuízo”, disse Amable

Nas motos - Ontem a felicidade de Zé Hélio não se compara a chateação que o piloto passou. Durante a etapa, a diferença de Cyril Despres, primeiro colocado, para o brasileiro foi de 4 minutos A diferença de Zé Hélio e Cyril no geral, que antes da largada de hoje era de um pouco mais de 6 minutos, caiu para 1min56.

“Fiquei chateado, tudo que consegui com técnica e pilotagem eu perdi para o motor da moto do Despres (700cc), mas não vou desistir”, declarou Zé Hélio, que perdeu sua posição durante uma ultrapassagem de Despres em um trecho de alta velocidade.

O francês ficou a frente também de David Casteu. Cyril Despres afirmou que ficou surpreso com a colocação na etapa. “Estou realmente competindo, não vim para brincar. Mas estou surpreso por ter ficado na frente de Zé Hélio”, afirmou.

Resultados acumulados

Caminhões

1) Edu Piano/ Solon Mendes/ Davi Fonseca – 27h02min58
2) André Azevedo/ Maykel Justo/ Ronaldo Pinto – 28h16min53
3) Amable Barrasa/ José Neto/ Raphael Bettoni – 28h46min57
4) Ulysses Marinzeck, José de Carvalho e Evandro Bautz – 31h57min03
5) Christian Bach/ André Casagrande/ Luciano Andreoti – 33h11min20
6) Ricardo Souza/ Sergio Barcellos/ Josué Paniago – 38h45min24

Motos

1) Zé Hélio – 28h34min45
2) Cyril Despres – 28h36min41
3) David Casteu – 29h02min37
4) Marc Coma – 29h31min53
5) Ruben Faria – 29h32min44

Quadriciclos

1) Robert Nahas – 36h10min38
2) Cristiano Batista – 39h38min29


Dobradinha entre gringos

Quem esperava a comum colocação dos dois primeiros lugares ficar nas mãos da equipe Volkswagen, hoje se enganou. Giniel de Villiers/ Dirk von Zitzewitz garantiram a primeira colocação no trajeto entre Floriano (PI) e Crateús (CE), seguido do polonês Krzysztof Holowczyc/ Jean-Marc Fortin, com a diferença de apenas um minuto para Giniel.

Mark Miller/ Ralph Pitchford ficou na terceira colocação. Foi a primeira etapa que os dois Touaregs não alternam posições entre si. Jean Azevedo/ Youssef Haddad chegaram na quarta colocação. “Me perdi no caminho e por isso fiquei para trás, mas foi uma etapa muito boa, tinha tudo o que eu gosto, erosão, pedras”, declarou Miller.

Jean e Youssef encontraram mais dificuldades na etapa. Após a etapa maratona (somente para os participantes da categoria FIA), o carro teve um problema no amortecedor traseiro, que foi sentido durante a especial. “Ficamos sem odômetro, o que complica as decisões, não dá para andar rápido. Estourou um pneu, paramos para trocar”, disse o piloto, aliviado por ter chegado em mais um dia. Para Youssef, navegar pelo GPS é diferente. “Tive que calcular o tempo inteiro as quilometragens e confiar no visual”, declarou o navegador.

João Franciosi/ Marcos Macedo, na quarta colocação geral, a etapa de hoje teve mais empecilhos que as erosões e problemas de quebra. “Tinha muito bicho na pista, desviamos, freamos, chegamos a sair da pista. Isso foi até o final”, afirmou João. Marcos, como navegador, teve as mesmas dificuldades que Youssef. “Não confiava no odômetro. Devia ir pelo visual para ajudar o piloto a tomar decisões”, disse Macedo, que achou prova da dupla perfeita.

Um problema no carro da frente fez Riamburgo Ximenes/ Stanger Eler se atrasar na chegada. No inicio, o carro do De Gavardo segurou uns 10 carros porque quebrou. Isso comprometeu os 5 primeiros veículos que estavam atrás dele”, contou o piloto. Riamburgo disse que não tem mais o que fazer em seu carro, mas quer sustentar a vitória na categoria Protótipo e esperar que haja algum problema entre os pilotos da ponta para “cair uma posição no colo”.

Resultados acumulados na categoria

1) Giniel de Villiers/ Dirk von Zitzewitz – 26h04min55
2) Mark Miller/ Ralph Pitchford – 26h17min35
3) Reinaldo Varela/ Marcos Macedo – 28h33min37
4) João Franciosi/ Rafael Capoani – 29h23min19
5) Marlon Koerich/ Bruno Mega – 30h21min32


*Com informações de Thiago Padovanni, direto de Crateús



Fonte: Site Oficial do RALLY DOS SERTÕES

Novatos testando formula 1

Todos eles eram apenas novatos quando as fotos foram tiradas. Mais tarde, alguns fizeram bastante sucesso na Fórmula 1, enquanto outros nem chegaram a estrear na categoria. Ganha ponto extra quem acertar o ano e o carro também.

Nelsinho Piquet, em 2004, com uma Williams

Antonio Pizzonia, em 2000, com uma Arrows

Juan Pablo Montoya, em 2000, com uma Williams

Marco Andretti, em 2007, com uma Honda (Muito bunito o carro por sinal)

Mark Webber, em 2001, com uma Benetton

Nico Rosberg, em 2002, com uma Williams

Ayrton Senna, em 1983, com uma Williams - Seu primeiro carro de Formula 1 chegou a acusar que era moleza correr cravando a melhor volta

Luca Badoer, em 1993, com uma Benetton

Alex Zanardi, em 1991, com uma Footwork-Arrows

Christian Vietoris, em 2007, com uma BMW

Robert Kubica, em 2005, com uma Renault

Gil de Ferran, em 1993, com uma Footwork-Arrows

Lewis Hamilton, em 2006, com uma McLaren

Maurizio Sala, em 1985, com uma Toleman

Tomas Scheckter, em 2002, com uma Jaguar

Raul Boesel, em 1980, com uma McLaren

Fernando Alonso, em 2002, com uma Jaguar

terça-feira, 24 de junho de 2008

Com Etapa Maratona cancelada, Sertões faz sétima especial

Aproximando-se do fim, o Rally dos Sertões teve uma manhã agitada no sétimo dia de prova. Cinqüenta e oito motos e quatro quadriciclos largaram a partir das 7h25, com Rubem Faria liderando a saída da categoria.

E o francês Cyril Despres foi quem levou a melhor, completando o percurso em 2h43min08. Zé Hélio chegou na seqüência, com 2h44min08, seguido por David Casteau, que finalizou em 2h45min37. Todos os tempos extra-oficiais.

A novidade do dia foi o cancelamento da Etapa Maratona pela CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo –, e CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo –, para as categorias carros, caminhões e motos. De acordo com Ricardo Costa, diretor da CBA, o trecho final de deslocamento da prova era muito grande para se ter controle de que os pilotos não parariam para fazer reparos em seus equipamentos, já que percorreram 271 quilômetros até Floriano (PI).

Não foi confirmado o cancelamento da Etapa Maratona pela FIA – Federação Internacional de Automobilismo –, o que cancelaria a regra para todos os participantes que correm o Sertões como etapa do Mundial.

O dia foi agitado também nos acidentes. Todos sem gravidade nem complicações para os pilotos. Foram cerca de cinco acidentes envolvendo carro, motos e dois quadriciclos, e somente um deles não precisou de resgate do helicóptero médico, porém nenhum piloto sofreu com graves problemas.

Dobradinha Alemã - Na categoria carros, Mark Miller e Ralph Pitchford, da equipe Volkswagen, passaram novamente seus companheiros de equipe, Giniel de Villiers e Dirk Von Zitzewitz, que largaram na frente.

A dupla que chegou primeiro, completou o percurso em 2h30min07, seguidos por Giniel e Dirk, com o tempo de 2h33min37. Os brasileiros João Antônio Franciosi e Rafael Capoani terminaram em 2h37min18, e Jean Azevedo e Youssef Haddad chegaram 35 segundos depois, de acordo com o resultado extra-oficial.

“Hoje o dia foi bom, gostei da especial. Começou travada com trechos de lama. Depois foi rápido e com muita erosão, mas muito prazeroso de dirigir. Estou tentando recuperar minha posição. Quero chegar em todos os dias e ver como ficamos na classificação”, disse o piloto Marlon Koerich, sétimo a chegar na especial com seu navegador Bruno Mega.

Nos caminhões, Edu Piano/ Solon Mendes/ Davi Fonseca abriram a largada, seguidos por André Azevedo/ Maykel Justo/ Ronaldo Pinto; Amable Barrasa/ José Papacena Neto/ Raphael Bettoni.

Organização Explica o Encerramento da Etapa Maratona

Direto de Floriano (PI) - Os pílotos respiraram aliviados na noite de ontem quando souberam do cancelamento inesperado da etapa maratona, marcada para hoje. Na maratona, os pilotos não podem receber auxílio de suas equipes de apoio no fim do dia.
“Como percebemos que tinha um deslocamento grande no fim do dia de hoje, mais um deslocamento de quase 200 quilômetros de deslocamento inicial por asfalto, a FIM achou melhor não fazer a etapa maratona, por achar que os pilotos teriam um desgaste muito grande nos pneus e, com isso, não trazer a segurança necessária na prova, por isso cancelamos para as motos”, comentou Marcos Ermírio de Moraes, presidente da Dunas Race, organizadora do Rally dos Sertões.

Já o cancelamento para os carros, foi por causa dos resultados da etapa de ontem: “percebemos que muitos chegaram com avarias grandes e achamos que vindo a etapa maratona, eles não teriam tempo para restabelecer seus equipamentos, e com isso, optamos por cancelar para dar a oportunidade de todos chegarem em Natal e ao fim do rali”, disse Moraes.

Mas para os carros das categorias FIA, a maratona não foi cancelada. Os dois Volkswagen Touareg e o carro de Jean Azevedo/ Youssef Haddad, por exemplo, já estão no parque fechado, em Floriano (PI).

Era dos Campeões (Documentário)

Esse é um documentário reeditado pelo Speed Brasil, eu junto ao Cleber remontamos o vídeo, juntamos esse documentário e estamos postando para vocês. Eu assisti e gostei muito desse documentário, muito bom mesmo...contando a história pelos próprios pilotos e amigos, tem Chico Serra, tem o nosso Emerson, Nelson Piquet e outros... Apenas Ayrton Senna não esta falando porque na época desse documentário ele tinha falecido mas se resumi mais ou menos em Emerson, no Piquet e Senna esse documentário.
Espero que gostem!


video

Para ver esse video em uma qualidade melhor está ai o link para você http://www.megaupload.com/pt/?d=IVITFSEF

Era dos Campeões: Emerson Fittipaldi

Emerson Fittipaldi ( São Paulo, 12 de dezembro de 1946) é um piloto de automóveis. Foi o primeiro brasileiro campeão mundial em categorias de ponta no automobilismo internacional, abrindo portas para vários compatriotas. Foi bicampeão da Fórmula 1, campeão da CART (Fórmula Indy) e bicampeão das 500 milhas de Indianápolis.

Sua Carreira

No Brasil

Em 1964, ele foi notado a primeira vez em Interlagos, quando brigou com o diretor da prova que o impedia de entrar na ambulância que levava seu irmão Wilson, logo após ele ter sofrido um acidente em sua berlineta da Equipe Willys. Nesse mesmo ano Emerson se tornou piloto e começou a competir de kart, estreando com uma vitória em Santo André (SP), no dia 12 de abril. Terminou o campeonato em nono lugar. Sagrar-se-ia campeão paulista em 1965, quando estreou no automobilismo, dirigindo um Renault 1093, numa corrida na Ilha do Fundão pelo Campeonato Carioca. Ali sofreria também o seu primeiro acidente.

Em 1966, o irmão Wilson teve uma experiência internacional na Fórmula 3, correndo na Argentina, mas apesar de prometido não conseguiu um carro para as corridas na Europa e voltou ao Brasil. Wilson resolveu construir carros de fórmula conhecidos como Fórmula . Emerson dominou o campeonato de Super Vë de 1967, ganhando cinco das sete provas com o carro construído pelo irmão. Também voltou a ser campeão de kart.

Os irmãos Fittipaldi construiriam ainda um Fitti-Vë e Emerson ganhou a II Cem Milhas de Kart em Piracicaba, disputada em 1968. Mas a categoria brasileira estava em crise e Emerson resolveu tentar a sorte na Europa. Iriam com ele os pilotos Luiz Pereira Bueno e Ricardo Achcar (que já havia vencido naquele mesmo ano na Inglaterra com um carro alugado), mas acabaram desistindo. A última vitória de Emerson no Brasil antes de viajar foi nas 12 Horas de Porto Alegre, pilotando um Volks 1600 (em segundo, pilotando um Corcel, chegaria José Carlos Pace).

Carreira internacional

Emerson teve a sua primeira corrida intenacional em 7 de abril de 1969 na Holanda e três meses depois, após muitas vitórias na Fórmula Ford, ele estrearia na Fórmula 3 inglesa. Sagrou-se campeão da categoria aos 22 anos.

Seu imenso talento foi notado por Colin Chapman, proprietário da equipe Lotus de Fórmula 1, que o contratou no ano seguinte para correr pela sua equipe.

Fórmula 1

A corrida de estréia foi no Grande Prêmio da Inglaterra, em Brands Hatch, onde terminou a prova em oitavo. Três semanas depois, em Hockenheim, marcaria seus primeiros pontos, com um quarto lugar. No final daquele ano, em Monza, seu companheiro de equipe, o austríaco Jochen Rindt, que liderava o campeonato, faleceu num acidente. A Lotus, de luto, retirou-se por duas corridas e voltou no penúltimo GP da temporada, em Watkins Glen. Nesse dia, Emerson venceu sua primeira corrida e, ao mesmo tempo, impossibilitou seus adversários de alcançar a pontuação de Rindt, que assim sagrou-se campeão mundial postumamente.


O ano de 1971 não viu vitórias de Emerson, embora sua atuação consistente lhe tenha garantido três pódios. Em 1972, com 5 vitórias, Fittipaldi tornou-se o campeão mundial mais jovem da história da Fórmula 1, com 25 anos, oito meses e 29 dias, recorde que manteve por mais de três décadas e que só foi quebrado em 2005, pelo piloto espanhol Fernando Alonso. Em 1973, Emerson venceu mais 3 corridas, no entanto perdeu o título para o escocês Jackie Stewart. O sucesso contribuiu fortemente para a entrada do Grande Prêmio do Brasil no calendário internacional no ano seguinte, no circuito de Interlagos. Ele mesmo venceu a corrida inaugural.

Em 1974, o piloto brasileiro trocou a Lotus pela McLaren, e, com três vitórias (uma delas no Brasil), sagrou-se bicampeão do mundo. Ainda competitivo, venceu mais duas corridas pela mesma equipe no ano seguinte


Copersucar Fittipaldi

Em 1975, fundou, em parceria com o irmão, a equipe Fittipaldi, equipe inteiramente brasileira e que contava com o apoio da empresa estatal Coopersucar, nome pelo qual a equipe se tornou mais conhecida entre os brasileiros. O primeiro ano em sua própria equipe (1976) foi frustrante, com constantes abandonos. Em 1977, Emerson conquistou alguns resultados razoáveis, como três quartos lugares, mas foi em 1978 que ocorreu o grande momento de Emerson em sua própria equipe, ao terminar o Grande Prêmio do Brasil no circuito de Jacarepaguá em segundo lugar.

A partir de então houve um declínio técnico na equipe, e, ao final de 1980, no mesmo circuito de Watkins Glen onde vencera sua primeira prova, Emerson Fittipaldi retirou-se da Fórmula 1 como piloto. Em 1982, após seu piloto Chico Serra marcar um ponto no Grande Prêmio da Bélgica, sua equipe fechou as portas.

Ao longo da carreira na Fórmula 1 foram 149 Grandes Prêmios, 14 vitórias, 6 pole positions, 5 melhores voltas, com um total de 276 pontos.

Fórmula Indy

Emerson, quando ainda estava na Fórmula 1, chegou a realizar testes com carros da CART em circuitos ovais mas não gostou. Com o término da sua carreira na Fórmula 1 ele mudou de idéia e logo no primeiro ano em que realizou algumas corridas por essa categoria estadunidense (1984), ganhou o oval do GP de Michigan, um dos mais difíceis do circuito.

Aos 38 anos, Emerson reafirmava seu talento e assinou com a Patrick Racing para disputar regularmente o campeonato da CART de Fórmula Indy. Em 5 anos ele obteve 6 vitórias. Em 1989, após 5 vitórias, ele se tornou o primeiro brasileiro campeão da categoria. Sua mais expressiva e histórica vitória foi a mítica 500 milhas de Indianapolis, quando liderou 158 das 200 voltas. No final, um duelo de arrepiar com Al Unser Jr. Na última curva o estadunidense forçou a ultrapassagem, se chocou com Emerson e saiu da pista. O brasileiro aguentou firme e cruzou em primeiro a linha de chegada. Para comemorar o dia histórico para os brasileiros, Raul Boesel chegou em terceiro.

Roger Penske levou Emerson para seu time, a Penske, em 1990. Emerson continou entre os melhores da categoria e em 1993 ganhou a sua segunda 500 Milhas de Indianapolis superando o campeão da Fórmula 1 de 1992, Nigel Mansell. Emerson comemorou tomando suco de laranja em lugar do tradicional copo de leite, como forma de promover o produto de suas fazendas. Emerson encerrou sua participação na categoria em 1996, depois de um grave acidente no Michigan International Speedway.

Video em Tributo à Emerson Fittipaldi.