
- Existe uma grande chance de ele ir para a Fórmula 1. No máximo em duas semanas deve sair a resposta - contou Viviane, durante um evento do Instituto Ayrton Senna, em Teresina (PI).
Sobre a tensão ao ver o filho competir no automobilismo, Viviane admitiu que 'cada corrida é uma aflição':
- É difícil para a mãe e, ao mesmo tempo, é uma alegria poder ajudar a desenvolver no meu filho seu potencial. Sei que existem mais recursos de segurança, mais tecnologia, mas sempre é um esporte de risco. Por isso é que fico angustiada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário