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domingo, 17 de julho de 2011
Ainda em recuperação, Robert Kubica planeja voltar à Fórmula 1 em 2012
segunda-feira, 31 de maio de 2010
ISSO SIM É FORMULA 1 !
http://extremestation.blogspot.com/2010/05/this-is-formula-1.html
segunda-feira, 16 de março de 2009
Conselho Mundial deve votar mudança nos pontos da Fórmula 1
Na semana passada, Richard Woods, porta-voz da FIA, afirmou que o projeto ainda não havia sido enviado para a entidade.
A intenção de mudança foi anunciada pela Fota no começo do mês, quando os membros se reuniram em Genebra para discutir esse e outros pontos que deveriam ser votados pelo Conselho.
O objetivo do projeto é aumentar a diferença de pontos entre os oito primeiros colocados. Pelo novo sistema, o primeiro receberia 12 pontos, o segundo, nove, o terceiro, sete e do quarto ao quinto seguiria a ordem de 5-4-3-2-1.
Deste modo, a diferença entre o primeiro e o segundo seria de três pontos _não de dois, como o atual sistema_ e entre o terceiro e o quarto, de dois _atualmente apenas um ponto os separa.
Outras propostas da Fota também devem ser votadas na quarta. Dentre elas, a de maior destaque _e que, como os pontos, também seria implementada já neste temporada_ é o corte radical de custos, que inclui restrição no uso do túnel de vento e do CFD (Estudo Aerodinâmico em Computador) e limitação de giros do motor para 18 mil rotações por minuto.
Dani Pedrosa ainda é dúvida para a abertura do Mundial de Moto GP
"Sinto-me bem", falou o espanhol. "Estou progredindo em ritmo normal e encarando as coisas com muita paciência. Estou, ainda, a duas semanas de começar a dobrar meu joelho", disse.
"Gostaria de estar em forma para treinar mais, mas tenho de encontrar outro jeito para preparar-me. O objetivo é o mesmo: tentar estar na primeira corrida", falou.
A MotoGP fará testes coletivos em Jerez de la Frontera, na Espanha, no final deste mês de março. Já está certo de que Pedrosa não trabalhará no desenvolvimento da Honda. A prova de abertura da temporada 2009 será no dia 12 de abril - no Qatar.
Gil de Ferran pensa seriamente em retornar para a F-Indy
"Estamos analisando", disse Gil. "Faria todo sentido, porque tendo dois programas nós teríamos uma economia em escala. E isso nos faria crescer como equipe em vários aspectos", falou.
"Pensamos seriamente nisso. Mas só faremos se realmente fizer sentido para nós e conseguirmos uma equipe forte", continuou.
Vencedor das 500 Milhas de Indianápolis em 2003, Gil de Ferran não descarta competir nessa prova especificamente mais uma vez. Porém não gostaria de voltar a correr em monopostos. "Não busco ser novamente um piloto da Indy", garantiu.
Na próxima semana, a Gil de Ferran estreia em sua segunda temporada nas ALMS com a disputa das 12 Horas de Sebring. Gil correrá com um modelo Acura, na classe LMP1, ao lado do francês Simon Pagenaud e do neozelandês Scott Dixon.
Formula Truck Ford testa 'garotos' no circuito de Guaporé
Foram testes para o aperfeiçoamento do equipamento e também de adaptação dos novatos a categoria. "Os meninos andaram bastante, o teste foi muito proveitoso para eles, viraram tempos muito próximos um do outro", declara o chefão Djalma Fogaça.
"Mas, por enquanto, nem estamos dando ênfase aos tempos e sim deles terem um contato com o truck, descobrirem suas reações e limitações", disse Fogaça. "O Adalberto Jardim também testou no meu caminhão e ficou bastante satisfeito com o que temos em mãos atualmente".
"Mas o que me deixa realmente feliz é ver estes dois jovens, tanto o Cláudio como o Yuri se dedicando e mostrando todo o seu potencial, tenho muita esperança neles", encerra Fogaça. A próxima etapa da temporada acontece no dia 26 de abril no autódromo de Eusébio, na Grande Fortaleza, no Ceará.
Novo presidente da CBA dará incentivo à formação de novos pilotos no Brasil
Um novo futuro para o automobilismo brasileiro. Esta é a promessa de Cleyton Pinteiro, de 51 anos, novo presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), que tomou posse nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro. O dirigente prometeu especial atenção para as categorias de base do esporte, principalmente ao kart e categorias de monopostos.
O dirigente recebeu o GLOBOESPORTE.COM para um papo na sede da CBA, localizada no bairro da Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro. Com uma diretoria formada por pessoas ligadas ao automobilismo, como Ingo Hoffmann, Paulo Gomes, Felipe Giaffone e Binho Carcasci, Pinteiro quer preencher a lacuna entre o kart e a Fórmula 3 no desenvolvimento de pilotos no Brasil. Confira abaixo os melhores momentos da entrevista com o novo presidente da CBA.
História no automobilismo:
"Milito no automobilismo há aproximadamente 35 anos. Iniciei empurrando o kart do meu irmão. Achei aquilo bonito e passei a ser piloto. Sempre pensava no pessoal que montava a estrutura para correr e, no dia em que parasse, iria para o outro lado do muro. Fui piloto, dirigente de clube, presidente de federação, diretor da CBA, vice-presidente da CBA. O automobilismo está no meu sangue, adoro isso e queria dar a minha contribuição nesses quatro anos na presidência da confederação."Incentivo ao kart:
"O kart é a grande escola. Ele cresceu em nível nacional, mas desapareceu no regional. Quero fazer um trabalho junto às federações para revitalizá-lo, tornando-o mais barato. Hoje ele é caríssimo. Já entrei em contato com os fabricantes para que toda benesse fosse feita para o piloto. O kart brasileiro maior é em São Paulo, todo piloto sonhava em correr lá, e hoje o kartismo regional no estado está acabado. Essas palavras não são minhas, são do presidente da Federação Paulista, que me pediu ajuda. Tenho uma meta que é salvar o kart, e depois as demais categorias de base."
Categorias de base nos monopostos:
"Hoje o piloto sai do kart e se não for para o turismo, acabou. Se ele for rico, vai para a Inglaterra, senão, é fim de carreira. Estamos pensando no pós-kart. Estamos com um projeto muito bom, que é o campeonato entre universidades. A CBA tem 20 carros parados e vamos fazer um contrato com as entidades, com os cursos de mecânica. Daremos um regulamento técnico, os engenheiros mecânicos vão preparar os carros e cada universidade vai adotar um piloto, com no máximo 16 anos e oriundo do kart. Já é um princípio. Uma grande montadora deverá lançar um campeonato de monopostos. Não posso revelar ainda porque é um problema interno, mas o automobilismo brasileiro vai ser premiado com um campeonato em breve."
Papel da CBA na organização dos campeonatos:
"A CBA não é promotora, e sim supervisora da parte técnica-desportiva do automobilismo nacional. Mas faremos o que for necessário, ir a alguma montadora. O monoposto tem de ser ressucitado e a CBA tem a obrigação de brigar por isso. Ela vai procurar quem promove o evento para incentivar, diminuindo taxas. Alguma coisa precisa ser feita. Temos hoje bons pilotos na Fórmula 1, mas não sei se eles têm substitutos."
Mais estados filiados:
"Gostaria muito que ao final do meu mandato todos os estados brasileiros estivessem representados na CBA. Adianto que as federações do Espírito Santo e Sergipe estão pedindo filiação, a de Alagoas também. Acredito que todas elas estarão representadas de forma efetiva, fazendo o automobilismo dentro da realidade local. Não vou querer que um estado pobre faça o mesmo de São Paulo, mas faça um esporte local forte, com novos talentos."
Autódromos no Brasil:
"Na semana que vem estarei em Campo Grande e tenho a promessa de que o circuito será recapeado. No Nordeste, há um compromisso para que a pista de Caruaru fique em condições. Mas para que isso aconteça eu preciso oferecer alguma coisa. Quero que os campeonatos brasileiros sejam realmente brasileiros e não apenas no Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Não posso exigir que o cara faça um autódromo e não leve corrida para lá. Falarei com o governo de Goiás porque eles têm um belo autódromo lá e ele está abandonado. A CBA vai procurar quem é o dono para rever isso."
Volta do Brasileiro de Marcas:
"Uma outra novidade é o Campeonato Brasileiro de Marcas, que acabou por causa dos custos. Temos uma crise, mas precisamos ter criatividade. Pedi ao Comitê Técnico Desportivo Nacional (CTDN) para elaborar um regulamento barato, dentro da realidade brasileira. As federações farão campeonatos regionais, e no final do ano, em um final de semana, um brasileiro. Mas tem uma regra: para ele participar do Brasileiro, ele terá de participar de pelo menos 90% do regional. Essa é uma maneira de fortalecer a federação e criar um automobilismo muito forte."
Brawn GP "aterroriza" equipes da Fórmula 1
A Brawn GP é a maior surpresa da pré-temporada do Mundial de Fórmula 1 e já é apontada, até por rivais, como uma das possíveis candidatas a vitórias. No entanto, a escuderia quase não saiu do papel após a Honda não encontrar um comprador para a sua fábrica, em Brakley, no Reino Unido.
Para conseguir "existir", a Honda, que não segue mais na F1, decidiu passar o controle da fábrica de F-1 para Ross Brawn e conta no orçamento com apoio da própria montadora e de um aporte financeiro de Bernie Ecclestone, dono dos direitos da categoria. Mas a equipe sonha com um patrocinador ou a sociedade de uma grande empresa em um futuro próximo.Com dez dias de existência, a escuderia "aterrorizou" McLaren, Ferrari e BMW ao dominar os testes em Jerez de la Frontera e Barcelona, com Rubens Barrichello e Jenson Button.
Famoso engenheiro da F1, o dirigente britânico é o responsável direto pelo BGP 001. O modelo começou a ser trabalhado ainda pela Honda no meio do ano passado, quando os japoneses decidiram abandonar o desenvolvimento do carro antigo, que não conseguia bons resultados.
Brawn, 54 anos, fez uma parceria de sucesso com o alemão Michael Schumacher, heptacampeão mundial de F1, na Benetton e na Ferrari.
A escuderia teve um contratempo durante a pré-temporada. Sem a Honda, Brawn teve de correr em busca de um novo motor, mas a parceria com a Mercedes-Benz funcionou bem desde os primeiros testes, no dia 6 de março, e deixou inclusive a McLaren, que corre com os motores alemães, para trás.
A Brawn GP, ainda sem patrocínio, já foi acusada por rivais, como o italiano Flavio Briatore, chefe de equipe da Renault, de estar com carro irregular para conseguir patrocinadores, mas o próprio Fernando Alonso desacredita nisso.
Outra aposta da Brawn para esse primeiro ano na categoria é a experiência. Barrichello, 37 anos, é o piloto com maior número de GPs na F1 - 271 corridas disputadas - e o parceiro Button, 29 anos, é apontado como um dos mais arrojados do grid.
Agora a expectativa é se a Brawn GP irá se manter no topo no GP da Austrália, primeira etapa do Mundial de F1, no dia 29 de março.
